O Google já adimitiu que eu propósito é indexar e organizar todas as informações disponíveis no planeta. Pela infra-estrutura e pelos rios de dinheiros investidos em pesquisa, é improvável esperar que alguém detenha a empresa dos nerds Page e Brin.
Ao não ser, é claro, os próprios donos do conteúdo!
Ao lançar o Code Search, o Google se meteu numa enrascada por listar, entre seus milhões de resultados, códigos e gerador de keys que facilitam o pirateamento de softwares de sucesso, como WinZip e Photoshop.
Ou seja: o que deveria ajudar programadores a encontrar pedaços de códigos a serem integrados em aplicativos, emprestou o nome do Google aos piratas que divulgam keys ilegais.
Possíveis problemas legais não seriam os primeiros para o buscador neste sentido.
Em agosto, o buscador concordou em pagar à Associated Press quantia não revalada para indexar seu conteúdo, depois de a agência francesa processar o Google alegando que sua principal fonte de renda - a assinatura de outros meios de comunicação - era afetada pelo Google News.
No final de setembro, foi vez do Google belga estampar em sua home ordem judicial explicando por que o buscador foi obrigado a tirar do Google News jornais do país em alemão ou francês.
As regras do Google são claras: é só pedir, que o buscador limpa seu índex.
Ironia a parte, a abordagem hardcore de empresas de mídia pelo mundo, no entanto, pode criar mágoas no coração “não maldoso” do Google a ponto do buscador, assim como sugeriu o The Onion, queira destruir tudo que não consiga indexar.









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