
O New York Times quebrou a reclusão de Robert Crumb para mostrar como vive o cartunista sessentão e sua mulher, Aline, no que eles chamam de Crumbland: uma casa do século 11 em um vilarejo francês. Pra fãs ávidos e novatos atraídos pelo ótimo “American Splendor”.
John Borland, na Technology Review, que tem o poderoso MIT por trás, começa uma série sobre Web Semântica/Web 3.0 com um ótimo mapeamento de tecnologias, histórias deliciosas de bastidores e alguns baldes de água fria essenciais a este hype deslavado.
Na CNet, um artigo de Patrick Faucher, CEO do serviço Nimbit, evoca a genial frase dita por João Marcelo Bôscoli na gravação do podcast do Now!: “como pode um cara que vende música, um bem tão emotivo, ser odiado? pra mim, é um mérito”.
A Folha juntou pensamento aleatórios de Pier Paolo Pasolini, o cineasta italiano supostamente assassinado pelo pai de uma das crianças empregadas no polêmico “Saló”. Passe batido pelo confuso texto de introdução e mergulhe na acidez das frases.
E na Piauí de fevereiro, Ivan Lessa destrincha um suposto desintendimento literário que culimnou com Mario Vargas Llosa enchendo a mão no olho direito de Gabriel Garcia Marquez em 1976 (fofoca literária agora, Guilherme?).









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