A EMI, pois é, oficializou a venda de músicas sem DRM cercada por uma festiva recepção da mídia e blogosfera mundial na semana passada.
(Pra entender melhor, vá ao Pogue, ao BoingBoing e ao Ars Technica).
No Brasil, as canções, com qualidade melhor e sem o DRM da Microsoft que toda música digital legalizada no país carrega, chegarão a proibitivos 3 reais cada - a comparação é batida, mas vale: 12 canções saem digitalmente por 36 reais.
Você ainda liga pra DRM neste cenário? O Defective by Design mantém seu combate lá fora, enquanto Mark Shuttleworth e Charles Cooper assinam ótimos artigos contrários à tecnologia.
A nova postura da EMI matará o DRM? Do lado das gravadoras, parece improvável pros lados da influente Warner, que já afirmou que não tem planos pra isto.
A aceitação das lojas online, porém (Microsoft, inclusive), pode impulsionar Sony/BMG e Universal, que já testam vendas sem DRM, a abandonar a tecnologia.
Vale lembrar, contudo, que a EMI é a menor das quatro e atravessa um delicado momento financeiro - as considerações de DVD Jon sobre o assunto são pra se pensar.
Steve Jobs sai bem da inicativa - o mercado pode entender que foi ele quem pressionou a EMI. É evidente, porém, que o apoio do iTunes foi fundamental - market share de 70% ajuda, nêgo.









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