No primeiro final de semana após o pedido de fechamento oficializado pelo Ministério Público Federal, o público no Stand Center continuou o padrão: intenso, tanto no sábado, quando passei na frente, quanto no domingo - informações de confiáveis.
Ou ninguém ouviu a história ou aproveitou para as compras finais. Para estes, a Justiça Federal acabou de acalmar com uma sobrevida do shopping de (maioria de produtos) ilegais da Avenida Paulista.
Nesta segunda (16/04), a juíza Silvia Figueiredo Marques da 26ª Vara Cível da Justiça Federal, em São Paulo, proferiu decisão derrubando o pedido do Ministério Público Federal.
O motivo? Sem provas concretas, não se pode punir todos os vendedores no centro de compras por um grupo (esmagador, vale dizer) que vende produtos contrabandeados, alega a CBN.
Por mais que, éticamente e juridicamente a decisão seja corretíssima, é quase evidente que a juíza Silvia Figueiredo Marques nunca colocou os pés no número 1.098 da Avenida Paulista.









2 comments ↓
O curioso dessa história toda é o fato de o antigo PromoCenter da rua Augusta ter virado um posto da Receita Federal - tem até ajuda pra fazer o Imposto de Renda!
Proibir não adianta. Sempre que surge uma proibição para qualquer coisa um mercado paralelo se forma.
Cobrar imposto gigante para importação ou para a indústria nacional também não ajudam em nada, só contribuem para o comércio ilegal.
Se isso existe (StandCenter e coisas parecidas) é culpa da política do governo, nada mais. Se os impostos sobre produção fossem mais amenos, se muita coisa mudasse talvez não haveria razão para arriscar-se a vender produto trazido ilegalmente para o Brasil. Mas como o $ compensa qualquer risco esse comércio continua existindo.
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