Demorou demaaaaaaais, mas cá estamos. Em duas partes, pra tentar organizar melhor as indicações.
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Miguel Helft pergunta no New York Times se Susan Decker, a nova CEO do Yahoo, pode transformar o buscador no, hã, Google, algo que Terry Semel ignorou completamente.
Fake Steve Jobs dá entrevista pra CNet - jornalismo com humor pode?
Muita água já passou debaixo da ponte do Google, mas o texto da Wired sobre a GoogleMania resume bem os passos que levaram Brin e Page lá pra cima com seu PageRank.
John Battelle entrevista Bill Gross, o pai do atual mercado de buscas, blogs e serviços de Web 2.0 monetizados - é dele o modelo imitado pelo Google para criar o AdSense e ser impulsionado pro topo.
O Brasil é o 15º país em publicação de documentos científicos, ultrapassando a Suécia. Mas, como Nicolelis perguntou, no que tanto arquivo publicado dá? Na engorda das estatísticas só?
A CNet joga suposições interessantes sobre a suposta postura mais aberta que a Microsoft estaria prestes a anunciar, com desenvolvedores tendo acesso a todo o “Cloud OS” de um jeito que o Windows nunca esteve.
Na EntreLivros, dez livros para entender melhor o jazz. Confesso: não li nenhum, mas a lista tá guardada pra montar a biblioteca.
Na Technology Review, uma entrevista com Evan Willians, criador do Twitter e do Blogger, é a espinha dorsal pra uma matéria sobre microblogging (algo que você ainda vai fazer).
O MediaShift publicou um resumão do que foi o YPulse Mashup 2007, organizado pelo Yahoo para debater o papel da nova geração nos negócios de internet. Empreendedores e corporativistas, leiam!
Por fim, o New York Times foi onde nenhum outro homem (da imprensa) esteve: no laboratório do Google que ajusta o PageRank, coordenada por um indiano (o cara da esqueda na foto acima) que tem o título de Google Fellow, talvez o cargo mais alto (abaixo do triunvirato) dentro da dinastia Google.










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