
Megan Meier conheceu um desconhecido no MySpace que, do nada, começou a cortejá-la com elogios, gracejos e uma combinação entre cabelos ondulados morenos e olhos azuis que seduziram a adolescente de 16 anos.
Semans após os primeiros contatos, todos virtuais, o que era um flerte se transformou em guerra verbal, quando Josh começou a ofendê-la, terminando com um “o mundo seria melhor se você não existisse”.
Horas após da frase e incentivada por uma briga com a mãe, Meier, que tinha histórico de problemas psicológicos, com remédios tarja preta no cardápio, subiu ao seu quarto, amarrou um cinto na arara do armário e se enforcou.
Josh Evans não existia. Descobriu-se mais tarde que o “adorável menino” era invenção dos vizinhos de Meier, pais de uma das suas principais amigas. Segundo eles, Josh foi criado por que Megan havia ingado sua filha no colégio e gostaria de saber se as ofensas continuavam.
Numa reportagem bastante apurada e bem assustadora, a New Yorker detalha um dos principais casos de opressão moral em tempos de internet, ocorrido no Missouri.









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