sem del.icio.us por aqui?

O Yahoo acabou de confirmar: a versão nacional do del.icio.us, prometida para o primeiro semestre, não tem mais data definida pra chegar.

a resposta privada da APCM

Cerca de dez dias após publicar a resposta pública à assessoria da APCM, o órgão me procurou. O que há para ser dito agora sobre o combate à pirataria, com dados das ações finalmente divulgados, está na nota publicada no Now! nesta segunda.

Mas há algumas satisfações a serem dadas.

A APCM confirmou que o link do post sobre a criação do órgão rodou a empresa, como “uma espécie de incentivo”. O que o responsável pelo órgão, que divulgou o link, não esperava era que o assessor enviasse o e-mail à sua revelia, segundo a versão da APCM.

No fim das contas, o indivíduo responsável pelos argumentos não recebeu a resposta - saiu da APCM antes que eu a enviasse.

o facebook resiste e queima lenha

Começaram novos boatos sobre a venda do Facebook. Não são os primeiros nem os segundos. A Microsoft vai pagar US$ 500 milhões pra ter 5% da rede social, o que, numa simples regra de três, coloca o valor comercial da rede perto dos US$ 10 bilhões (!!!).

(Uma pequena comparação. Achou muito? É apenas um terço do que a Exxon Mobile lucrou em 2006).

A cifra é nada menos do que dez vezes o avaliado em abril de 2006, num crescimento de valor de mercado de deixar qualquer um com seqüelas da bolha arrepiados.

Cogita-se que a estratégia da Microsoft é monetizar o conteúdo do Facebook com sua plataforma de publicidade, uma ContentAds potencializada pela compra da aQuantive, assim como a Microsoft já faz com o Digg e o Google vem fazendo com seu AdSense no MySpace, ex-queridinho das redes sociais.

E o Google? Diz o Wall Street Journal que o buscador também tem interesse em participação no Facebook o que, dada a conturbada compra da DoubleClick, que está sendo questionada pela Microsoft até agora, pode dar em briga entre ambas de novo.

A participação no Facebook resvala no temor do Google pelo crescimento da rede, segundo revela Michael Arrington, o que levará a dupla Brin e Page a anunciar uma rede social em novembro mais aberta que o Facebook, o que poderá deixar o Orkut ainda mais parecido com a rede pop.

São muitos os motivos para a explosão do Facebook, mas o mais evidente tem relação com um termo técnico chamado “crowdsourcing” - se você prefere ser entendido, basta dizer que o Facebook não apenas está colocando a comunidade pra trabalhar, mas como ela está gostando.

Após abrir seu API, o Facebook passou de sumo a esqueleto de rede social - com os códigos em mãos, o número de aplicativos externos explodiu e hoje a coisa mais legal do Facebook é caçar os que comparam seu gosto musical, países que esteve, conhecimento em internet e o escambau com seus amigos, num efeito “minha rede dentro de toda a rede”.

Nem um pouco bobo, o fundador Mark Zuckerberg anunciou o fbFund, fundo de US$ 10 mil para incentivar a criação dos aplicativos de terceiros.

Ironicamente, a maioria dos mashups feitos na rede hoje usam mapas do Google Maps graças à sua API, algo solenemente ignorado no Orkut, a rede social do Google solenemente ignorada lá fora.

Se não rolar uma aquisição atravessando a estratégia da Microsoft, APIs do Google (porquê o Yahoo também não libera a sua pro Mash, esta rede com potencial de fracasso?) para redes sociais.

Aliás, parece que é sina dos três abraçar redes de terceiros - nem Live Spaces nem Orkut nem 360 deram lá muito certo.

cidadão instigado e vanguardista

OK, eu admito: coloquei no Google o nome do Cidadão Instigado para baixar o primeiro álbum deles, a “O ciclo da dê.cadência” depois de fechar umas matéria ouvindo este amarelinho aí em cima, o “E o método tufo de experiências”.

Até que encontrei o blog deste aí de cima, Fernando Catatau, o fundador e alma do Cidadão. No terceiro post, ele mesmo dá o link para o download dos dois CDs mais um EP lançado antes do primeiro disco.

Cumprido o desejo e “O ciclo…” já está entre nós.

justiça seja feita…

…mas não é só no Brasil que Lavoisier está arregimentando seus seguidores.

Bata o olho no Orkut e no Mash, a nova rede social do Yahoo que prima pela interatividade entre seus usuários.

É evidente que ambas seguem o modelo Facebook não só pelo visual, mas pela proposta de plataforma - encaixam-se várias ferramentas em numa rede social que faz o papel de estrutura.
orkut_facebook

mash_facebook

flickr e seu UGC integrado ao índex

A integração que o Yahoo havia anunciado em junho das imagens do Flickr ao seu índex de imagens chegou ao Brasil, junto a mais de 30 países.

flickr_ugc

efeméride - quando 5 é maior que 40 mil

Na madrugada desta quarta-feira (19/09), o Chá Quente ultrapassou a marca dos 40 mil acessos. Mas a grande comemoração é para outro motivo - o Chá agora tem PageRank 5, algo surpreendente pra um blog tão especializado e com tão pouco acesso para tanto.

Não vou tentar entender  o porquê. Quero só agradecer a você que tá gastando seu tempo pra ler o que eu escrevo.

Valeu mesmo!

a meia bomba brasileira

Há muito o que ser dito sobre, mas o único que posso falar até agora sobre o TechCrunch40 é que é extremamente broxante ter algo rolando lá fora deste naipe sem ter representatividade nenhuma.

Não só pelo TechCrunch40 especificamente. Você já viu a agenda o Web 2.0 Summit?

yahoo mash a rodo

Quem quiser um convite pra Yahoo Mash, nova rede social que o portal lançou neste fim de semana, dá um toque nos comentários.

E quem tiver convite pro PowerSet Labs, que entrou no ar hoje, também dá um toque, faiz favor.

o UOL na trilha da Globo.com

Da maneira mais mineira possível (como havia feito com o UOLKut e o UOL Messenger), o UOL botou no ar seu UOL Vídeo, chamando alguns vídeos (principalmente de esportes, filmados em coletivas de jogadores de futebol) na home.

Dando uma navegada, já se encontra vídeos claramente chupinhados do YouTube (tipo o senhor que toca “Sweet Child O´Mine” com peidos de mão) - até a interface, aliás, é passível de discussão se foi “inspirada” ou não no serviço comprado pelo Google.

Esperto que só ele, o UOL vai botando no ar os vídeos que, se sua audiência líder na internet comprovarem, podem dar uma bela dor de cabeça à estrutura criada pela Globo para explorar os vídeos do canal online.

A não ser que alguém processe o UOL por direitos autorais. Acorda, Guilherme, a gente tá no Brasil.

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