Como é inspirado no engine do Firefox 3, o Flock 2 conta, basicamente, com as mesmas novidades do navegador da Mozilla, adaptadas ao seu perfil social - tipo facilitar uma definição mais fácil de atividades de amigos no Facebook, Flickr, Twitter, YouTube e o escambau como Favoritos.
Pra quem se deu bem com a barra lateral com todas aquelas abas monstrando dados sobre contas em serviços sociais, fica a dica.
Se você ainda não se cansou da febre Firefox, dá uma olhada no Code Rush, documentário aí em cima sobre a derradeira ação da Netscape em seus últimos dias de sucesso e o início do que viria a ser a Fundação Mozilla.
É, o Firefox 3 tá prestes a sair. Tradicionalmente, a Mozilla coloca a versão final nos seus FTPs e faz o anúncio horas depois - se quiser instalar logo, fica esperto ali, onde agora tem uma mensagem do tipo “ainda não estamos pronto”.
No Now!, uma compilação deste que vos escreve explica porque o Firefox 3 chega à web com dois pés no peito dos rivais - além da espertíssima “awesome bar” (acredite, o nome não é exagero da Mozilla) e do navegador de add-ons, a melhoria no consumo de memória do FF3, problema clássico do browser, parece ter sido fodidamente atenuado.
Comparado às duas novidades do IE8 reveladas pela Microsoft até agora (WebSlices e Activites), o Firefox 3 deve suar só na comparação com o Opera 9.5, que integra funções semelhantes e se beneficia de uma tradicional rapidez.
Falta ao Firefox 3 o suporte a serviços online como aplicações desktop, algo prometido pela Mozilla e que o Safari 4 (sem data oficial, amiguinhos) já vem demonstrando entre desenvolvedores da Apple.
No Brasil, o Firefox 3 marca a estréia das divulgações em carne e osso da Mozilla - pela primeira vez, a empresa mandou grana para que o grupo responsável pela comunidade no Brasil (capitaneado pela FGV) traduzisse releases, enviados cheios de adesivos para jornalistas (tipo de cuidado que, ops, Microsoft não tem com IE).